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Centro de Formação Economia do Mar

Cursos gratuitos com apoio e conexão às comunidades pesqueiras da Baía de Guanabara

Apresentação

A Baía de Guanabara é um patrimônio ecológico, histórico, cultural e turístico do Brasil e do Rio de Janeiro, reconhecida no mundo por sua beleza única, rica biodiversidade e presença de comunidades pesqueiras, e valor estratégico para a economia do país, embora enfrente desafios provocados pela poluição, como o déficit de saneamento básico da metrópole, e necessite de políticas públicas em larga escala para promover a sua recuperação ambiental, o que desde os anos 1980 tem mobilizado esforços da sociedade para sua preservação. O Centro de Formação Economia do Mar abriga toda essa riqueza para ser dividida em ensinamentos, bem como participa das responsabilidades interligadas entre os assuntos,  para encontrar e disseminar soluções teóricas e práticas. 

O Centro de Formação Economia do Mar é o resultado do edital socioambiental da Petrobrás escolhendo a iniciativa conjunta do Movimento Baía Viva e NIDES - Núcleo Interdisciplinar de Desenvolvimento Social -, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, de criar no Hangar Naútico da UFRJ um centro de estudos e práticas com nove cursos e oficinas gratuitas para inscritos e inscritas de sete municípios do Estado do Rio de Janeiro. E também um diagnóstico da situação das comunidades pesqueiras e indígenas dos territórios alcançados nestes municípios. A projeção final é para dezembro de 2028 e um atendimento aproximado de 790 pessoas.

Realização

O movimento Baía Viva atua há quatro décadas no desenvolvimento de ações voltadas ao fortalecimento das expressões culturais, da memória coletiva e da justiça socioambiental, com ênfase nos territórios de atuação dos Povos e Comunidades Tradicionais (PCTs). Sua trajetória está marcada por projetos realizados junto apescadores e pescadoras artesanais das baías de Guanabara,Sepetiba e Ilha Grande; aldeias indígenas das etnias Guarani Mbyá,Nhandeva e Pataxó, localizadas em Maricá, Angra dos Reis e Paraty; ecomunidades quilombolas, como o Quilombo do Feital, em Magé.

 Com a parceria da Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental, amplia-se a ação formativa baseada numa ecologia de saberes com a troca dialógica entre o conhecimento técnico-científico oriundo da academia (saber acadêmico-científico), com a perspectiva da valorização dos conhecimentos e saberes tradicionais das comunidades pesqueiras e rurais das cidades de Itaboraí, Magé, Guapimirim, São Gonçalo, Duque de Caxias, Cachoeiras de Macacu e Maricá, integrantes da Bacia Hidrográfica da Baía de Guanabara.

No Centro de Formação

Transformou minha vida e meu barco !

Francisco Peres dos Santos, 67 anos, pescador

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A base de operações do Centro de Formação Economia do Mar vai ser no Hangar Náutico da Universidade Federal do Rio de Janeiro, sede do Núcleo Interdisciplinar de Desenvolvimento Social, NIDES, que desde 2013 promove e realiza projetos interligando sociedade e meio acadêmico.

Nossas Instalações

Para que haja o bom aproveitamento das aulas e do convívio entre saberes, o NIDES oferece instalações completas para os participantes dentro da UFRJ.

Praia do Cais

Uma das praias internas da UFRJ, a que possui um cais para ligar o Centro de Formação direto à Baía. No local existem projetos de limpeza e pesquisa no mangue.

Hangar Náutico da UFRJ

No local existem instalações para hospedar estudantes e fornecedores de serviços, com dormitórios separados e cozinha. E a oficina completa para marcenaria naval artesanal, do projeto Estaleiro Escola.

Junte-se a nós

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Redes Sociais e Vídeos

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